SPLIT PAYMENT: SUA EMPRESA ESTÁ PREPARADA PARA A NOVA FORMA DE PAGAMENTO DOS TRIBUTOS?

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    Reforma Tributária muda a relação entre vendas, impostos e fluxo de caixa

    O Split Payment, um dos mecanismos previstos na Reforma Tributária, começa a ganhar forma para 2027 — e as empresas já precisam olhar para essa mudança com atenção.

    A proposta é alterar a forma como o tributo é recolhido: em determinadas operações, no momento em que o pagamento for realizado, a parcela correspondente ao IBS e à CBS poderá ser separada e direcionada ao Fisco, enquanto o fornecedor recebe o valor líquido da operação.

    O que muda na prática?

    Hoje, em uma operação de venda, a empresa recebe o valor e posteriormente realiza o recolhimento dos tributos.

    Com o Split Payment, parte desse valor poderá ser segregada no momento da liquidação financeira da operação.

    Isso significa que o impacto da Reforma Tributária não ficará restrito ao departamento fiscal.

    Financeiro, contábil, fiscal, tecnologia e comercial precisarão conversar.

    Atenção: não será obrigatório para todas as operações em 2027

    Uma informação importante divulgada recentemente é que o Split Payment deverá começar de maneira facultativa e gradual em 2027.

    A primeira fase deverá priorizar determinadas operações entre empresas, enquanto vendas para pessoas físicas e pagamentos com cartão não estarão no escopo inicial previsto para 2027. A Receita ainda poderá definir a ampliação do mecanismo posteriormente.

    Ou seja: não é hora de esperar a obrigatoriedade para começar a se preparar.

    O principal impacto pode estar no caixa

    A mudança pode afetar diretamente a gestão do capital de giro.

    Se parte do valor da venda for destinada automaticamente aos tributos, a empresa precisará entender:

    • Quanto realmente entrará no caixa;
    • Como ficará o capital de giro;
    • Como serão projetados os recebimentos;
    • Como os meios de pagamento estarão integrados;
    • Como funcionará a conciliação financeira;
    • Como os sistemas conversarão com as novas regras.

    Empresas com grande volume de operações ou margens mais apertadas devem dedicar atenção especial a esse planejamento.

    O que sua empresa pode começar a fazer agora?

    1. Mapear o fluxo financeiro
    Entenda exatamente como o dinheiro entra e sai da operação.

    2. Revisar o capital de giro
    Simule cenários considerando a nova dinâmica de recolhimento.

    3. Avaliar o ERP e os sistemas financeiros
    Tecnologia será parte fundamental da adaptação.

    4. Revisar processos de conciliação
    Fiscal e financeiro precisarão estar cada vez mais integrados.

    5. Acompanhar a regulamentação
    As regras e etapas de implementação ainda estão sendo detalhadas pelos órgãos responsáveis. A Receita Federal e o CGIBS já publicaram documentação técnica relacionada à plataforma do Split Payment.

    O ponto de atenção da Born

    O Split Payment não deve ser analisado apenas como “mais uma mudança tributária”.

    Ele pode mudar a relação entre faturamento, recebimento, imposto e caixa.

    Por isso, quanto antes a empresa entender como suas operações serão afetadas, maior será sua capacidade de adaptar processos, sistemas e planejamento financeiro.

    A Reforma Tributária está deixando de ser uma discussão futura e entrando na operação das empresas.

    Sua empresa está preparada?

    O Grupo Born acompanha as mudanças da Reforma Tributária para ajudar sua empresa a entender os impactos e tomar decisões com planejamento.

    Fale com a equipe do Grupo Born.

    Grupo Born Soluções Tributárias
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