Hoje, 18 de junho de 2026, a Reforma Tributária continua a gerar debates e desafios, especialmente para as empresas que operam no modelo Business-to-Business (B2B) e são optantes pelo Simples Nacional. A Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis (FENACON) tem destacado o desafio das empresas B2B do Simples Nacional com a reforma tributária, principalmente no que tange à transferência de crédito tributário . Este é um ponto crucial que pode afetar diretamente a competitividade e a saúde financeira dessas empresas no novo cenário fiscal.
O Impacto do IBS e CBS na Cadeia de Valor B2B
Com a implementação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição Social sobre Bens e Serviços (CBS), a sistemática de crédito e débito será fundamental. No entanto, empresas do Simples Nacional, por sua natureza simplificada, geralmente não geram crédito integral de impostos para seus clientes. Isso significa que uma empresa do Simples que vende para uma empresa do Lucro Real ou Presumido pode tornar seu produto ou serviço mais caro para o adquirente, que não conseguirá se creditar integralmente do imposto pago .
Perda de Competitividade e a Necessidade de Governança
Essa dinâmica cria um dilema significativo: a empresa B2B do Simples Nacional pode perder competitividade frente a concorrentes que operam em regimes tributários que permitem a transferência integral de crédito. Para mitigar esse risco, a governança corporativa e um planejamento estratégico tornam-se indispensáveis. A Born, com sua expertise, sugere que as empresas:
•Reavaliem Modelos de Precificação: Ajustar os preços para compensar a falta de crédito integral, sem perder mercado.
•Analise a Cadeia de Valor: Entender o impacto em toda a cadeia de suprimentos e clientes.
•Busque Consultoria Especializada: Obter orientação sobre as melhores estratégias tributárias e operacionais.
Estratégias para Manter a Competitividade
Diante desse cenário, as empresas B2B do Simples Nacional precisam ser proativas. Algumas estratégias incluem:
1.Negociação com Clientes: Esclarecer o impacto tributário e buscar acordos comerciais que minimizem a desvantagem.
2.Análise de Viabilidade de Regime: Avaliar se a permanência no Simples Nacional ainda é a opção mais vantajosa a longo prazo, considerando a perda de competitividade.
3.Inovação em Produtos/Serviços: Focar em diferenciais que justifiquem o custo adicional para o cliente.
| Desafio da Reforma Tributária | Impacto para Empresas B2B do Simples | Estratégia de Governança Born |
| Não geração de crédito integral | Perda de competitividade | Reavaliação de precificação e modelos de negócio |
| Complexidade do IBS/CBS | Dificuldade na gestão tributária | Consultoria especializada e planejamento estratégico |
| Risco de desenquadramento | Aumento da carga tributária | Análise de viabilidade de regime |
Conclusão: Navegando pelo Novo Cenário Tributário com Estratégia
O dilema do crédito tributário para empresas B2B no Simples Nacional é um dos pontos mais sensíveis da Reforma Tributária. Em 18 de junho de 2026, a capacidade de adaptação e um planejamento tributário e de governança robustos são essenciais para manter a competitividade. A Born está preparada para auxiliar sua empresa a transformar esse desafio em uma oportunidade de otimização e crescimento.
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A Born oferece soluções de governança e compliance para auxiliar sua empresa a navegar com segurança pelo novo cenário tributário.